terça-feira, 5 de julho de 2011

Dilema.

Lembrando do dia em que nos conhecemos, você estava sorrindo e foi se aproximando devagar, com medo, suponho, de me assustar. Você teve tanto cuidado e os raios de sol inundaram aquela tarde fresca de maio. Eu deixei aquele quarto fechado e fui ao seu encontro. Nós iniciamos uma história a dois, talvez em um só. Voltei e deixei que as cortinas escuras permitissem o sol de entrar.
Mas temos a vida pela frente, os dias passam vagarosamente longe de você, mas o tempo está indo rápido. E nesse intervalo da nossa caminhada, poderíamos correr um pouco, ir para sua casa e olhar filmes. Nós discutiríamos os finais deles juntos e eu sempre discordaria de você. Algumas brigas iriam surgir, mas você voltaria para me abraçar e pedir desculpa, eu diria que não é nada, mas você me conhece e sempre entenderia. E nos momentos em que me tornar incompreendida, ficaríamos em silêncio admirando a lua e contando estrelas, perdendo tanto tempo mas guardando lembranças de uma história de amor que em um suspiro, implora para durar pela eternidade.

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